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Sociedade Brasileira
             de Cirurgia Plástica

Cirurgia da Calvície

FUT X FUE

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Na nossa opinião não é correto dizer que uma técnica é superior à outra. Tanto FUE como FUT possuem vantagens e pontos negativos – o cirurgião deve dominar os detalhes de cada uma e assim determinar qual será a melhor abordagem para cada caso específico. Em nossa clínica, de um modo geral, utilizamos FUE em 40% dos casos, FUT em 20%, e a técnica combinada FUE+FUT em 40% dos pacientes. Veja abaixo algumas diferenças:

FUE (extração fio a fio )

FUT (extração de faixa)

Não há cicatriz linear, não precisa de suturas (pontos)

Há cicatriz linear, dificulta o paciente usar cabelo curto, precisa de suturas (pontos)

Pode ser feita várias vezes pois não depende da elasticidade da área doadora. Pode ser repetida após 3 meses do procedimento anterior.

Tem um limite de geralmente 3 sessões. Depois disso não há elasticidade suficiente para mais cirurgias. Entre uma e outra sessão devemos esperar 1 ano.

Pode haver alto índice de perda de folículos, principalmente se feito por equipes sem treinamento ou com equipamentos rudimentares.

Há um bom aproveitamento dos enxertos, se a equipe cirúrgica for especializada.

Pode-se raspar ou não o cabelo na área doadora. Com 7 a 14 dias não há sinais de cirurgia na área doadora. Não há pontos.

Não há necessidade de raspar o cabelo em área doadora. Pontos geralmente retirados após 14 dias.

Técnica preferida para jovens ainda com calvície em evolução, e para atletas.

 Técnica ideal para pacientes com calvície mais estável, e maior elasticidade do couro cabeludo e com uma boa área doadora capaz de camuflar bem a cicatriz.

trabalho em equipe durante procedimento de FUE

trabalho em equipe durante procedimento de FUE

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